A impressora não deixa de custar dinheiro depois da compra. Usá-la consome parte de sua capacidade e aproxima a necessidade de reposição. A depreciação comercial transforma esse investimento em uma pequena parcela de cada trabalho.

O rateio usado pela calculadora

A Ironfang Studios divide o valor da impressora pela vida útil comercial em horas. Depois, multiplica o custo por hora pelo tempo do projeto. É um modelo simples de planejamento; não substitui o cálculo contábil ou fiscal de depreciação.

Uma máquina de R$ 8.000

Com vida comercial estimada em 4.000 h, o rateio é R$ 2/h. Um projeto de 12 h reserva R$ 24 para reposição. Se a vida estimada for 2.000 h, o rateio passa a R$ 4/h e o mesmo projeto reserva R$ 48.

Como escolher a vida comercial

Considere sua intensidade de uso, manutenção, disponibilidade de peças e horizonte de troca. A estimativa não precisa ser perfeita no primeiro dia, mas deve ser consciente e revisada. Não trate a garantia como previsão exata de duração do equipamento.

Depreciação e manutenção são diferentes

A primeira forma uma reserva para substituir a máquina. A segunda cobre a conservação e as peças trocadas durante o uso. Se incluiu uma peça em manutenção, não repita seu custo como uma compra inteira em todo projeto. Também não cobre a compra total da impressora em cada orçamento.

Na aba Equipamentos, o mesmo princípio rateia aerógrafo, compressor e ferramentas pelas horas de acabamento. O total dos equipamentos não deve ser usado novamente como custo por projeto. Compare o dinheiro reservado ao longo do ano com o que precisará investir para manter a produção.

Coloque os números em prática.

Use seus próprios custos e confira o resultado para o seu projeto.

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